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Relógio Cuco:

Os cucos são originários de uma região montanhosa chamada Floresta Negra, no Sudoeste da Alemanha.

Naquela época, moradores dessa região fabricavam os produtos artesanalmente dentro de suas casas, em virtude do rigoroso inverno que não permitia praticar outra atividade comercial. No curto período do verão, eles deixavam suas casas para vender suas artes em toda Europa, Ásia e América.

No ano de 1750, um artesão local, adaptou dois foles (utensílio destinado a produzir vento) ao relógio, para produzir duas notas musicais, originava-se então o famoso som do cuco.

Aspectos da tradição local são retratados nos relógios, como caças, animais típicos, lides domésticas (serrador, lenhador, ordenha, etc.) e o próprio pássaro cuco. Ainda hoje, estes relógios são esculturados artesanalmente em madeira (principalmente carvalho). Em suas máquinas, a mesma tecnologia empregada no século 17, com mecanismos totalmente em bronze (não enferruja) e funcionamento através de pesos.

Além do som do cuco, muito deles possuem músicas e movimentos, tornando esta arte ainda mais encantadora. Muitas pessoas relatam histórias de relógios cucos que atravessaram gerações, pertencentes a seus avós ou bisavós, tendo a mesma precisão e funcionamento ao longo dos anos.

Estes relógios têm a difícil missão de resgatar conceitos antigamente muito valorizados, como o trabalho artesanal, a relação com a natureza, a união familiar, e principalmente, conservar esta tradição e cultura em meio ao desenvolvimento tecnológico sobrenatural em que vivemos.

 

Carrilhão Reguladora:

O relógio de pêndulo, o precursor do carrilhão reguladora, foi inventado por Christiaan Huygens e implementado pelo relojoeiro holandês Salomon Coster, em 1656. Huygens foi inspirado pelo trabalho sobre pêndulos e conduzido por Galileo Galilei e seu filho no início de 1600. O pêndulo aumentou a precisão dos relógios de uma faixa de 15 minutos por dia para 15 segundos por dia.

A busca dos relojoeiros por mecanismos mais precisos, durante o século 18, levou à criação de um balanço de pêndulo cada vez mais limitado e o uso de “fugas” mais precisas — vários dispositivos projetados para controlar a quantidade engrenagens internas do relógio, desenrolando a cada balanço do pêndulo.

O relógio com carrilhão reguladora

O primeiro relógio desse modelo foi desenvolvido inicialmente em 1715, por George Graham, e usava uma “fuga morta”. Esse tipo de dispositivo foi inventado por Richard Towneley, em 1675, embora seja muitas vezes erroneamente atribuído a Graham. Esse tipo de fuga permitiu que o pêndulo e as engrenagens se movessem livremente para a parte de cada ciclo, minimizando a interferência do atrito com os mecanismos dos relógios de precisão. Nos relógios reguladores, uma chave de corda aplicou tensão a uma mola de corda ligada a um sistema de engrenagens e o pêndulo. Movimentos cuidadosamente coordenados entre o pêndulo, as engrenagens e a fuga criaram um relógio que marcou cada segundo com mais precisão do que qualquer outro anterior.